segunda-feira, 23 de maio de 2011
É importante dizer não a seu filho.
Não durma tarde,
não tome gelado,
não vá pra rua descalço,
não fique sem camisa,
não durma sem tomar banho,
não chore sem motivo,
não falte à escola,
não cole,
não guarde caixão,
não queira o que não é seu,
não coma sem lavar a mão,
não fale com estranhos,
não aceite doces de quem vc ñ conhece,
não bata nos animais,
não destrua uma planta,
não fale palavrão,
não faça fofoca,
não minta,
não beba,
não fume,
não roube,
não use drogas,
não traia seus amigos,
não transe sem vontade,
não faça só pra agradar,
não se bate em mulher,
não envenene seu amante,
não fique desonesto,
não compre votos,
não superfature,
não desvie verbas,
não suma com provas,
não torture,
não desapareça com cadáveres,
não deixe de ver um pôr do sol,
não deixe seu filho crescer, sem vc o conhecer,
não deixe de ir à praia,
não deixe aquela viagem pra depois,
não deixe de dizer "...eu te amo" a quem ama de verdade,
não desvalorize a bondade,
não compre uma arma,
não mate seus pais.
Não, não faça merda.
Por Igor Rolim.
Devoção.
Te oferto meu corpo, pra quando quizer fazer o bem.
Te ofereço minha boca, pra quando quizer falar.
Te ofereço minha cabeça e toda a minha loucura,
meus caminhos cansado,
as orações que escrevo,
te oferço meus lamentos.
Mas não me deixe só.
Porque é você meu sol,
a fé com que vivo,
a potência da minha voz,
os pés com que caminho.
És o amor,
é o meu desejo de sorrir,
é o adeus que eu não sei dizer,
não posso viver sem você.
Quando vier me vizitar,
eu abrirei todas as portas para que possa entrar,
te vigiarei em silêncio,
aguardando sua despedida,
te oferecerei meu abrigo,
te oferecerei meu alimento,
mostrarei minhas feridas,
pra você me curar,
pra ter um pouco de você em mim.
Me vizite como a luz do dia,
me traga a fé pra eu viver,
me ensine a rezar,
me de coragem no meu caminhar,
para em seu colo em fim poder dormir.
Editado por Igor Rolim.
(basiado na música "Tu" de Shakira)
terça-feira, 17 de maio de 2011
Sem expectativas.
Nos encontramos por acaso.
nos vimos por acaso.
eu estava esperando o acaso.
o frisson do primeiro momento,
do primeiro beijo.
marcamos naquele lugar comum, que diz: Por que não?
A noite fria, o beijo quente.
carinho, amizade, afinidade.
O medo passou.
Foi bom, te imaginar... conjectutar feições e gestos.
Ao passo do começo, tudo ia se extiguindo e se tornando mais facil.
Mais próximo
mais intimo
mais ameno.
Como seguir viagem em um caminho desconhecido.
Que não se sabe até onde vai,
mas é bonito ir.
Uma surpresa ainda no final da noite,
um frio de uma verdade congelada...
Desculpe, mas quem eu espero,
não é você.
Por Igor Rolim.
nos vimos por acaso.
eu estava esperando o acaso.
o frisson do primeiro momento,
do primeiro beijo.
marcamos naquele lugar comum, que diz: Por que não?
A noite fria, o beijo quente.
carinho, amizade, afinidade.
O medo passou.
Foi bom, te imaginar... conjectutar feições e gestos.
Ao passo do começo, tudo ia se extiguindo e se tornando mais facil.
Mais próximo
mais intimo
mais ameno.
Como seguir viagem em um caminho desconhecido.
Que não se sabe até onde vai,
mas é bonito ir.
Uma surpresa ainda no final da noite,
um frio de uma verdade congelada...
Desculpe, mas quem eu espero,
não é você.
Por Igor Rolim.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Guardo meu amor.
Quardo meu amor
embrulhadinho em um pedaço de pão.
Quardo meu amor
em cada oração que escrevo.
em cada vela que acendo.
Quardo meu amor
debaixo do meu travesseiro
enrrolado no meu cobertor.
quardo meu amor.
pra que ñ quebre,
pra ñ enferrujar,
pra ñ ficar frio,
pra ñ perder a cor,
pra eu acreditar,
pra ñ perder a forma.
Alimento meu amor
com sonhos virgens,
com sorrisos inocentes,
com abraços de criança,
com carinho de cachorro,
com preguiça de gato,
com bolo quente,
com chá fresco.
Invento meu amor
com tintas mais coloridas,
com alegrias,
com pôr do sol,
com música nova,
com silêncio aquecido.
Espero meu amor,
com angústia que ele ñ chegue,
com medo deu eu ñ estar pronto,
com brilho nos olhos,
com frio na barriga,
com febre.
Quardo meu amor esperando por você.
Por Igor Rolim
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Supremo.
Os casais homossexuais têm os mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira já estabelece para os casais heterossexuais. A partir da decisão de hoje do Supremo Tribunal Federal (STF), o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo será permitido e as uniões homoafetivas passam a ser tratadas como um novo tipo de família.
O julgamento do Supremo, que aprovou por unanimidade o reconhecimento legal da união homoafetiva, torna praticamente automáticos os direitos que hoje são obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos homossexuais. "O reconhecimento, portanto, pelo tribunal, hoje, desses direitos, responde a um grupo de pessoas que durante longo tempo foram humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida", afirmou a ministra Ellen Gracie.
Pela decisão do Supremo, os homossexuais passam a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, ter acesso à herança de seu companheiro em caso de morte, podem ser incluídos como dependentes nos planos de saúde, poderão adotar filhos e registrá-los em seus nomes, dentre outros direitos.
As uniões homoafetivas serão colocadas com a decisão do tribunal ao lado dos três tipos de família já reconhecidos pela Constituição: a família convencional formada com o casamento, a família decorrente da união estável e a família formada, por exemplo, pela mãe solteira e seus filhos. E como entidade familiar, as uniões de pessoas do mesmo sexo passam a merecer a mesma proteção do Estado.
Facilidade
A decisão do STF deve simplificar a extensão desses direitos. Por ser uma decisão em duas ações diretas de inconstitucionalidade - uma de autoria do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e outra pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat -, o entendimento do STF deve ser seguido por todos os tribunais do país.
Os casais homossexuais estarão submetidos às mesmas obrigações e cautelas impostas para os casais heterossexuais. Por exemplo: para ter direito à pensão por morte, terá de comprovar que mantinha com o companheiro que morreu uma união em regime estável.
Pela legislação atual e por decisões de alguns tribunais, as uniões de pessoas de mesmo sexo eram tratadas como uma sociedade de fato, como se fosse um negócio. Assim, em caso de separação, não havia direito a pensão, por exemplo. E a partilha de bens era feita medindo-se o esforço de cada um para a formação do patrimônio adquirido.
Dia 5 de Maio de 2011
Um dia de Oxum, sem duvidas!
por Igor Rolim.
O julgamento do Supremo, que aprovou por unanimidade o reconhecimento legal da união homoafetiva, torna praticamente automáticos os direitos que hoje são obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos homossexuais. "O reconhecimento, portanto, pelo tribunal, hoje, desses direitos, responde a um grupo de pessoas que durante longo tempo foram humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida", afirmou a ministra Ellen Gracie.
Pela decisão do Supremo, os homossexuais passam a ter reconhecido o direito de receber pensão alimentícia, ter acesso à herança de seu companheiro em caso de morte, podem ser incluídos como dependentes nos planos de saúde, poderão adotar filhos e registrá-los em seus nomes, dentre outros direitos.
As uniões homoafetivas serão colocadas com a decisão do tribunal ao lado dos três tipos de família já reconhecidos pela Constituição: a família convencional formada com o casamento, a família decorrente da união estável e a família formada, por exemplo, pela mãe solteira e seus filhos. E como entidade familiar, as uniões de pessoas do mesmo sexo passam a merecer a mesma proteção do Estado.
Facilidade
A decisão do STF deve simplificar a extensão desses direitos. Por ser uma decisão em duas ações diretas de inconstitucionalidade - uma de autoria do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e outra pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat -, o entendimento do STF deve ser seguido por todos os tribunais do país.
Os casais homossexuais estarão submetidos às mesmas obrigações e cautelas impostas para os casais heterossexuais. Por exemplo: para ter direito à pensão por morte, terá de comprovar que mantinha com o companheiro que morreu uma união em regime estável.
Pela legislação atual e por decisões de alguns tribunais, as uniões de pessoas de mesmo sexo eram tratadas como uma sociedade de fato, como se fosse um negócio. Assim, em caso de separação, não havia direito a pensão, por exemplo. E a partilha de bens era feita medindo-se o esforço de cada um para a formação do patrimônio adquirido.
Dia 5 de Maio de 2011
Um dia de Oxum, sem duvidas!
por Igor Rolim.
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